Apresentação

É a Cristo que os monges querem dar o primeiro lugar quando cantam os Salmos na liturgia, quando se tornam disponíveis à acolhida de hóspedes, ao trabalho e ao serviço da comunidade, e quando estão atentos a todas as angústias humanas que tentam aliviar por meio de suas orações e da escuta àqueles que nos procuram.

A oração na igreja ao longo de todo o dia, chamada de “Ofício Divino”, é um tesouro que o monge se alegra em celebrar com aqueles que vêm ao mosteiro por algumas horas ou alguns dias. O canto gregoriano nas missas, e os hinos e salmos em língua portuguesa no Ofício Divino são o tecido do louvor monástico no Mosteiro da Transfiguração.

O interior do mosteiro em si – que chamamos de clausura –, lugar da vida da comunidade, não pode ser visitado. A atmosfera de silêncio ali preservada é necessária para a vida monástica, que comporta certa restrição em seus contatos com o exterior. Entretanto, a acolhida e a atenção às realidades contemporâneas permanecem sendo parte essencial da espiritualidade beneditina: esta é a dimensão que este site gostaria de honrar.

Maior, menor… primeiro, último…

Maior, menor, primeiro, último... São algumas escalas de valores que fazem parte do nosso cotidiano, mas que Jesus veio, digamos, “fazer em pedaços”: “Se alguém quiser ser o primeiro, que seja o último” (Mc 9,35). “Aquele que entre vós todos for o menor, esse mesmo é grande” (Lc 9,48) ...

Efatá!

O comportamento de Jesus nesta cena do evangelho pode nos surpreender, nos questionar ou até nos perturbar. Vemos Jesus colocar os dedos nos ouvidos de um “surdo que falava com dificuldade” e tocar sua língua com a saliva.

O Inimigo Interior

Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?” Jesus hoje no evangelho enfrenta uma forte oposição, e constata que, entre aqueles que o seguem “há alguns que não creem”.

Mosteiro da Transfiguração

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