Apresentação

É a Cristo que os monges querem dar o primeiro lugar quando cantam os Salmos na liturgia, quando se tornam disponíveis à acolhida de hóspedes, ao trabalho e ao serviço da comunidade, e quando estão atentos a todas as angústias humanas que tentam aliviar por meio de suas orações e da escuta àqueles que nos procuram.

A oração na igreja ao longo de todo o dia, chamada de “Ofício Divino”, é um tesouro que o monge se alegra em celebrar com aqueles que vêm ao mosteiro por algumas horas ou alguns dias. O canto gregoriano nas missas, e os hinos e salmos em língua portuguesa no Ofício Divino são o tecido do louvor monástico no Mosteiro da Transfiguração.

O interior do mosteiro em si – que chamamos de clausura –, lugar da vida da comunidade, não pode ser visitado. A atmosfera de silêncio ali preservada é necessária para a vida monástica, que comporta certa restrição em seus contatos com o exterior. Entretanto, a acolhida e a atenção às realidades contemporâneas permanecem sendo parte essencial da espiritualidade beneditina: esta é a dimensão que este site gostaria de honrar.

“Mudou de opinião e foi” (Mt 21,29)

“Qual dos dois [filhos] fez a vontade do pai?”. O que primeiro disse não, mas em seguida obedeceu, ou o que disse sim, mas depois não obedeceu? Claro que foi o primeiro! A resposta é óbvia! Mas, se a resposta é tão óbvia assim, porque então, Jesus faz hoje para nós esta pergunta?

A “Profissão” de Maria

“Eis aqui a serva do Senhor: faça-se em mim segundo a tua palavra!” (Lc 1,38). Esta frase de Maria ao anjo enviado por Deus, poderia ser definida como a “Profissão de Maria”. De fato, foi neste momento que a Virgem compreendeu e aceitou com total liberdade a vocação que Deus tinha escolhido para ela. Uma vocação que não é comum: uma vocação à virgindade, na obediência e na pobreza, chegando ao ponto de fazer a fecundidade de toda a sua vida depender unicamente daquele chamado, daquelas palavras, daquela inspiração.

Duas barras de chocolate…

O Evangelho é sempre surpreendente. Dois domingos atrás ouvimos Jesus dizer a Pedro: “tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus” (Mt 16,19); hoje é dito à comunidade dos discípulos: “tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu” (18,18). Em outras palavras, o “poder das chaves do Reino” que foi conferido a Pedro, está aqui investido à toda a Igreja. Assim, é por meio da “correção fraterna”, desde que esta realmente esteja dentro da misericórdia divina, que podemos, também nós, “ligar e desligar” a nós e nossos irmãos no Reino dos Céus.

Mosteiro da Transfiguração

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