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	<title>Sem categoria &#8211; Mosteiro da Transfiguração</title>
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	<description>Em Vossa luz contemplamos a Luz</description>
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	<title>Sem categoria &#8211; Mosteiro da Transfiguração</title>
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		<title>COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dom Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 23:48:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[HOMILIA COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS (Jo 6, 37-40) Dom Paulo DOMICIANO,OSB A Comemoração de todos os fiéis defuntos, que a Igreja celebra hoje, está em estreita ligação com a Solenidade de Todos os Santos, que celebramos ontem. Como uma Mãe piedosa, a Igreja, tendo celebrado com os devidos<a class="moretag" href="https://www.transfiguracao.com.br/comemoracao-de-todos-os-fieis-defuntos-2/"> Read more</a>]]></description>
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<p>HOMILIA COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS (Jo 6, 37-40)</p>



<p>Dom Paulo DOMICIANO,OSB</p>



<p>A Comemoração de todos os fiéis defuntos, que a Igreja celebra hoje, está em estreita ligação com a Solenidade de Todos os Santos, que celebramos ontem. Como uma Mãe piedosa, a Igreja, tendo celebrado com os devidos louvores todos os seus filhos que já se alegram no céu, intercede hoje, diante de Deus pelas almas de todos os que nos precederam, marcados com o sinal da fé e que agora dormem na esperança da ressurreição, bem como por todos os defuntos, cuja fé só Deus conhece, a fim de que, purificados de toda a mancha do pecado, sejam associados aos cidadãos celestes, para poderem gozar da visão da felicidade eterna.</p>



<p>O anúncio do Evangelho que acabamos de ouvir nos propõe algo revolucionário: quem “vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna. E eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6,40). Sabemos por experiência que o corpo se decompõe: mas o ser humano não é só um corpo físico! O homem, como pessoa, criado à imagem e semelhança de seu Criador, participa do diálogo com Deus, e Ele não o abandona, não o esquece, porque Deus é fiel às suas promessas. Deus escreveu cada um de nós na palma da sua mão e não se esquece de ninguém, porque Ele é Pai. Este é o centro da mensagem que Jesus nos deixou, que nos declara: “E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum daqueles que ele me deu, mas os ressuscite no último dia” (Jo 6,39). Por esta verdade, Jesus se fez homem, morreu na cruz e ressuscitou: para nos fazer participar da alegria da ressurreição. Por isso pedimos confiantes a cada Eucaristia por nossos irmãos e irmãos “que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida – para que sejam acolhidos – junto a vós na luz da vossa face” (Or.Euc.II).</p>



<p>Morrer não é um desaparecimento, mas uma nova existência. Aqueles que nos precederam estão um passo à frente na jornada da vida. Eles alcançaram o ápice, enquanto nós ainda estamos no caminho da vida; eles estão além da curva, enquanto nós ainda estamos na reta. A morte, portanto, não é o fim de tudo, mas o início de uma nova vida para a qual nos preparamos enquanto peregrinamos neste mundo. Deste modo, a celebração de hoje não é apenas uma &#8220;lembrança&#8221; daqueles que já não estão presentes, mas um sinal que nos ajuda a não nos afogar por tantas coisas, esquecendo que tudo passa, mas Deus permanece; lembrando que somos chamados para as coisas do alto.</p>



<p>Nosso pai São Bento exorta o monge a “ter diariamente diante dos olhos a morte a surpreendê-lo” (RB 4, 47), ou ainda, a correr enquanto temos a luz da vida, para que as trevas da morte não nos envolva (cf. Pról 13). De fato, o cristão não busca banir a morte de sua vida, não a nega, como tantos tentam fazer em nosso tempo, mas faz memória dela várias vezes ao dia, pois a cada vez que celebramos a liturgia durante o dia é sempre a memória da morte e ressurreição de Nosso Senhor que celebramos. Não só a liturgia, mas cada uma de nossas atividades e ocupações, em nossas escolhas e decisões, tudo deve estar marcado pela Páscoa, pois em tudo devemos buscar expressar nosso seguimento de Cristo, que compreende morte para cumprir a vontade de Deus e fazer frutificar a vida, a ressurreição.</p>



<p>Uma coisa é certa: os discípulos de Jesus interpretam a morte à luz da ressurreição. Essa é a nossa força e a fonte de nossa confiança diante da morte. Ele nos abriu o Caminho que conduz à Verdade e à Vida, nos lembrando que fomos feitos para a eternidade. Se estamos unidos a Ele e percorremos o seu Caminho, não temos nada a temer, nem mesmo a morte, pois não há &#8220;espaço&#8221; na vida e na morte que ele não tenha visitado, e isso nos garante que Ele nos acolherá em qualquer situação que estejamos. Junto com o salmista podemos cantar: “Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei, pois estais comigo” (Sl22).</p>
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		<title>DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR</title>
		<link>https://www.transfiguracao.com.br/domingo-de-ramos-e-da-paixao-do-senhor-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dom Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 00:05:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[HOMILIA DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR – C D. Paulo DOMICIANO, OSB O Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor abre solenemente a “Semana Santa”, também chamada “Semana Maior” ou “Grande Semana”, por ser a mais importante de todo o Ano litúrgico, que culmina com o<a class="moretag" href="https://www.transfiguracao.com.br/domingo-de-ramos-e-da-paixao-do-senhor-3/"> Read more</a>]]></description>
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<p>HOMILIA DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR – C</p>



<p>D. Paulo DOMICIANO, OSB</p>



<p>O Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor abre solenemente a “Semana Santa”, também chamada “Semana Maior” ou “Grande Semana”, por ser a mais importante de todo o Ano litúrgico, que culmina com o Tríduo Pascal. A liturgia desses dias nos faz mergulhar no drama vivido por Jesus nos últimos e decisivos momentos de sua jornada, onde alegria e tristeza se misturam contínua e misteriosamente.</p>



<p>Nesta celebração de hoje passamos da entrada de Jesus em Jerusalém, aclamado pela multidão, que o acompanha com louvores, ao relato da Paixão, onde Ele é colocado fora da Cidade Santa, acompanhado, talvez, pela mesma multidão, que grita “Crucifica-o”. É paradoxal que em uma mesma celebração possamos colocar juntas duas cenas aparentemente contraditórias. O próprio título deste domingo nos remete à isso: “Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor”; não só Domingo de Ramos ou só Domingo da Paixão.</p>



<p>Contudo, este contraste marca a celebração de toda esta Semana, pois não podemos separar a vitória de Cristo de sua Paixão. A oposição entre a morte e a vida, entre a alegria e o sofrimento, em Jesus, encontram o seu máximo sentido através de sua Morte e Ressurreição. Como cristãos, somos convidados a descobrir esta fecunda dinâmica em nossa própria vida; encontrar em nossos sofrimentos e tristezas, que são inevitáveis neste mundo, a semente de vida e de força que brota da Ressurreição de Cristo.</p>



<p>Hoje entramos, junto com Jesus, em Jerusalém, aclamando-o como nosso Rei e Senhor. Ao contrário daquilo que poderíamos sonhar, Ele não vem para resolver todos os nossos problemas, mas para nos conduzir até o Calvário junto com ele. Aclamá-lo como Rei salvador, com nossos “hosanas”, não é algo tão difícil de se fazer. Podemos muito bem tomar parte neste cortejo que o aclama. O desfio está em aceitar que este Rei tome como trono uma cruz e nos proponha, como condição para sermos seus discípulos, que tomemos cada um a própria cruz para segui-lo.</p>



<p>Como ouvimos no relato da Paixão, são poucos os que chegam com Jesus até a cruz&#8230; a maioria preferiu fugir ou permanecer no meio daquela outra multidão que gritava “Crucifica-o!”.</p>



<p>A introdução da celebração de hoje nos ajuda a compreender bem o sentido destes ritos que realizamos nesta Semana: “Hoje aqui nos reunimos e vamos <strong>iniciar</strong>, com toda a Igreja, a <strong>celebração da Páscoa de nosso Senhor</strong>. Para realizar o mistério de sua morte e ressurreição, Cristo entrou em Jerusalém, sua cidade. Celebrando com fé e piedade a <strong>memória</strong> desta entrada, sigamos os passos de nosso salvador para que, associados pela graça à sua cruz, participemos também de sua ressurreição e de sua vida”.&nbsp; Entrando em Jerusalém, entrando na Semana Santa, peçamos ao Senhor que nos fortaleça, que nos encoraje com seu Espírito para podermos segui-lo até o fim, até a cruz, para podermos, com Ele, viver o mistério da Ressurreição.</p>
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		<title>Carta aos Amigos &#8211; Janeiro de 2025</title>
		<link>https://www.transfiguracao.com.br/carta-aos-amigos-janeiro-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mosteiro da Transfiguração]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 17:41:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="100%" height="910" src="https://www.transfiguracao.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Carta-aos-Amigos-Janeiro-2025.pdf" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>NATAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO</title>
		<link>https://www.transfiguracao.com.br/natal-de-nosso-senhor-jesus-cristo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dom Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 10:42:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[HOMILIA PARA A NOITE DE NATAL (Lc 2,1-14) D. Paulo DOMICIANO, OSB O profeta Isaias nos introduz na beleza do mistério dessa noite nos anunciando que “O povo, que andava na escuridão, viu uma grande luz; para os que habitavam nas sombras da morte, uma luz resplandeceu” (Is 9,1). Esta<a class="moretag" href="https://www.transfiguracao.com.br/natal-de-nosso-senhor-jesus-cristo/"> Read more</a>]]></description>
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<p>HOMILIA PARA A NOITE DE NATAL (Lc 2,1-14)</p>



<p>D. Paulo DOMICIANO, OSB</p>



<p>O profeta Isaias nos introduz na beleza do mistério dessa noite nos anunciando que “O povo, que andava na escuridão, viu uma grande luz; para os que habitavam nas sombras da morte, uma luz resplandeceu” (Is 9,1).</p>



<p>Esta luz anunciada pelo profeta brilhou em Belém, na Judéia, onde, por desígnio de Deus, completaram-se os dias para que Maria desse “à luz o seu filho primogênito”.</p>



<p>O que a luz de Belém nos revela? Ela nos revela que o acontecimento mais sublime e desejado da história –&nbsp; a chegada do Salvador, Deus feito homem – acontece na extrema simplicidade da vida humana. É uma simplicidade que nos constrange, que confunde o nosso orgulho e nossa preocupação com tantas coisas inúteis e passageiras, que atravessam a nossa vida.</p>



<p>Durante séculos Deus prometeu manifestar a sua glória aos homens. Durante o Advento a liturgia retoma e canta as promessas divinas, que nos anunciam a chegada de uma novidade absoluta e grandiosa. Para nossa surpresa, a novidade de Deus é um recém-nascido de uma virgem, num casal desconhecido, em um lugar insignificante, onde “não havia lugar na hospedaria” (Lc 2,7). Esta novidade é uma mudança absoluta em nossa escala de valores.</p>



<p>Havia tantos meios para o Filho de Deus nascer, como indicam as profecias, mas Ele escolheu se servir do mais simples e ordinário, não do mais cômodo nem do mais brilhante, nem daquilo que poderia parecer mais razoável aos olhos humanos. Ele se serve da simplicidade. Assim, a luz de Belém pode nos ensinar a perceber que Deus se dá a conhecer e encontrar nas coisas pequenas e humildes, a nós que somos em constante expectativa por espetáculos, sedentos de comodidades e vaidades.</p>



<p>O Evangelho desta noite ajuda a nos darmos conta de que a manifestação da novidade de Deus é percebida apenas por quem se faz pequeno. Juntamente com a criação que circunda o evento desta noite, são os pobres pastores, homens sem nenhum protagonismo na história, na política ou na economia, e, inclusive, na vida religiosa de seu tempo, os destinatários do grande anúncio e da manifestação da “glória do Senhor” naquele nascimento. É este o misterioso anúncio que o anjo lhes faz: “Encontrareis um recém-nascido envolvido em faixas e deitado numa manjedoura” (Lc 2,12). O anjo não anuncia nada espetacular, nada maravilhoso que pudesse atiçar a curiosidade daqueles pastores; lhes anuncia o simples e escondido nascimento de um menino pobre. Em sua simplicidade de coração eles ousaram acreditar e foram capazes de compreender que aquele não era um nascimento qualquer, ainda que fosse semelhante a muitos outros nascimentos de filhos de pastores nômades e pobres. Por isso eles “glorificaram e louvaram a Deus por tudo o que ouviram e viram” (Lc 2,20) e comunicaram a todos este anúncio de grande alegria.</p>



<p>Deus escolhe a via da simplicidade para poder alcançar a todos, desde os mais pequeninos, os mais esquecidos, os mais distantes nesse mundo de sombras. Deus vem ao encontro de nossos limites, de nossas fragilidades e sua Luz penetra todas as frestas de nossa existência estilhaçada pelo pecado e pela morte. É através das rachaduras de nosso coração de pedra, das rachaduras de nosso solo ressequido que a Luz de Belém penetra e nos transforma, renovando toda nossa existência.</p>



<p>Sejamos nós os pequenos de Belém que acolhem a Luz do amor misericordioso de nosso Deus, que veio habitar a nossa carne, a nossa terra, a nossa vida. Peçamos ao Espírito Santo que faça simples o nosso coração, como o dos pastores, como o de Maria e de José, para podermos perceber a manifestação da novidade de Deus em nosso meio.</p>



<p></p>



<p class="has-text-align-center">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>



<p>HOMILIA DO DIA DE NATAL (Jo 1,1-18)</p>



<p>D. Paulo DOMICIANO, OSB</p>



<p>Na liturgia da noite de Natal nós contemplamos e adoramos o recém-nascido, deitado na manjedoura, ignorado por todos em sua condição de extrema “normalidade”. Agora, na liturgia do dia, São João nos eleva, com toda solenidade, própria do estilo deste prólogo de seu Evangelho, a uma altura vertiginosa, afirmando que este menino, incapaz de pronunciar uma palavra sequer, é o próprio Verbo, a Palavra eterna de Deus.</p>



<p>Do mesmo modo, na segunda leitura, a carta aos Hebreus afirma com toda força: “Muitas vezes e de muitos modos, falou Deus outrora aos nossos pais pelos profetas;&nbsp;nestes dias, que são os últimos, ele nos falou por meio do Filho&nbsp;a quem ele constituiu herdeiro de todas as coisas e pelo qual também ele criou o universo” (Hb 1,1-2). Eis que a Palavra criadora, o Verbo de Deus que criou do nada todas as coisas, o Logos de Deus que ordenou o caos primordial na manhã da criação, veio até nós. Não apenas veio até nós, como se fez um de nós, nascendo de uma mulher, a Virgem Maria.</p>



<p>Ao lado do termo “PALAVRA/VERBO”, João nos oferece ainda outros dois para nos introduzir neste mistério: LUZ e VIDA. “Nela (na <strong>Palavra</strong>) estava a <strong>Vida</strong>, e a <strong>Vida</strong> era a <strong>Luz</strong> dos homens” (Jo 1,4). Temos, assim, uma bela trindade: a Vida, a Palavra e a Luz! As três têm um ponto em comum: elas não existem senão para se doar a um outro. E este é o coração do mistério da Encarnação. A natividade de Jesus Cristo nos faz descobrir o mistério do Amor de Deus: um Deus que se doa, que se oferece inesgotavelmente, sem reservas.</p>



<p>A luz, se manifestando, não pode se impedir de iluminar, de se comunicar. A palavra também é sempre para um outro, é fundamentalmente comunicação. A vida, finalmente, desde a sua forma mais simples e elementar – vegetal ou animal – busca sempre se multiplicar gerando uma outra vida. Deste modo, Deus é Luz, Deus é Palavra, Deus é Vida. Ele se doa, incansavelmente, em si mesmo, como Deus-Trindade, e além dele mesmo, como Criador. Ele se dá sem reservas, pois no amor não há limites.</p>



<p>A Palavra eterna, por que tudo foi feito, que é a vida, a luz, veio habitar no meio de nós, ser um de nós, assumindo todos os nossos limites e misérias, menos o pecado. Este sinal dado aos pastores e a todos os que aceitam acolhê-lo, nos revela que o Poder de Deus só pode ser totalmente revelado aos olhos humanos na fraqueza, na precariedade, no limite. Sim, Deus quis habitar nossa pobreza, da qual o presépio é símbolo. Ele escolheu vir habitar e encher de vida e de luz o nosso deserto e as nossas trevas.</p>



<p>Mas isso só é possível se nos abrimos para acolhê-lo. Como aconteceu com Maria, com José, com os pastores, a Palavra bate à nossa porta, espera do lado de fora de nossas vidas até que decidamos dar-lhe passagem, pois Deus não invade nem se apossa daquilo que não lhe oferecemos. “Mas, a todos que a receberam, deu-lhes capacidade de se tornarem filhos de Deus, isto é, aos que acreditam em seu nome”, nos declara São João. Em outras palavras, aqueles que o acolhem, progressivamente são transformados na imagem do próprio Filho. Cada vez que celebramos os Mistérios, os Sacramentos, que ouvimos a Palavra proclamada, que participamos da Eucaristia, somos pouco a pouco transformados Nele. O Menino-Deus é colocado numa manjedoura para ser nosso alimento, e comendo desse Pão do céu, nos transformamos Nele: filhos no Filho!</p>



<p>Que a Virgem Maria, que acolheu o Verbo em seu seio e o carregou em seus braços nos ensine a acolher este Dom da Vida que hoje se oferece mais uma vez a cada um de nós. Este é o sinal e a promessa de um Feliz Natal.</p>
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		<title>33º Domingo do Tempo Comum</title>
		<link>https://www.transfiguracao.com.br/33o-domingo-do-tempo-comum/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dom Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Nov 2024 18:28:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Homilias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[33º Domingo do TC-B (Mc 13,24-32) Dom Agostinho B. FAGUNDES, OSB Meus queridos irmãos,estamos nos aproximando do final deste ano litúrgico, e por isso a liturgia de hoje nos convida a voltaro nosso olhar para o início de um novo tempo: o da volta do Cristo Ressuscitado, do Filho do<a class="moretag" href="https://www.transfiguracao.com.br/33o-domingo-do-tempo-comum/"> Read more</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p><strong>33º Domingo do TC-B (Mc 13,24-32)</strong></p>



<p>Dom Agostinho B. FAGUNDES, OSB</p>



<p>Meus queridos irmãos,<br>estamos nos aproximando do final deste ano litúrgico, e por isso a liturgia de hoje nos convida a voltar<br>o nosso olhar para o início de um novo tempo: o da volta do Cristo Ressuscitado, do Filho do Homem.<br>Na Primeira Leitura, o profeta Daniel anuncia que São Miguel Arcanjo estará junto ao povo de<br>Deus durante um tempo da angústia – os judeus estavam sendo perseguidos por causa de sua fé e cultura<br>pelo reinado selêucida. Mas a salvação virá, pois haverá o julgamento definitivo de Deus, quando alguns<br>irão para a vida eterna e outros para o sofrimento duradouro. E para os sábios, para aqueles que<br>assumiram em suas vidas os desígnios de Deus e os transmitiram às gerações futuras, ou seja, que<br>souberam se manter firmes em sua fé no Deus Vivo em meio às provações e dificuldades, a esses está<br>reservada a Luz, a claridade, o brilho de Sua presença.<br>O Evangelho deste domingo retoma a mesma temática, afirmando que o Senhor voltará para<br>reunir seus eleitos. Diversos profetas do Antigo Testamento anunciaram esse grande Dia do Senhor,<br>quando Deus viria para manifestar seu poder e seu julgamento sobre todas as nações, e salvar seu povo<br>Israel. A perícope nos diz que os elementos do céu serão abalados – um tema que está continuamente<br>presente na literatura apocalíptica, e que também nos remete ao poder que Deus exerce sobre toda a<br>criação. E este Evangelho também nos permite refletir que a perda de brilho do sol e da lua e a queda<br>das estrelas são o ocaso daqueles elementos cultuados no mundo antigo – e, devemos salientar, também<br>nos dias de hoje. Ou seja, são sinais de que a idolatria se encaminha para o fim. A cada vez que nosso<br>coração se dobra diante de Deus, que abraçamos um caminho de transformação em nossas vidas no<br>acolhimento de Jesus Cristo, que deixamo-nos guiar pela força de Seu Espírito, que mudamos o rumo<br>de nossa história e abraçamos um caminho de transformação, permitindo-nos ser moldados pela Palavra<br>de Deus, os nossos ídolos caem, aquelas coisas nas quais víamos tanto brilho e tanto valorizávamos<br>tornam-se opacas. Tudo isso são manifestações da chegada do Filho do Homem em nossas vidas.<br>E o Evangelho também afirma que os anjos estarão ali presentes – tal como São Miguel Arcanjo<br>junto ao povo de Israel na primeira leitura – e reunirão os eleitos de todas as partes do mundo, dado<br>que a mensagem cristã é anúncio de salvação para todos os povos, que a Cruz do Cristo Jesus, seu<br>sacrifício de amor foi por todos e cada um de nós – homens e mulheres atarefados e muitas vezes vivendo<br>sem dar um verdadeiro sentido para nossas vidas, sempre mais distantes de Deus e de nós mesmos. E a<br>comunidade cristã precisa estar atenta “aos sinais dos tempos”, e viver na esperança da chegada do<br>Senhor. Por isso é que continuamente pedimos que Ele venha, especialmente quando, após a<br>consagração, todos nós aclamamos: “Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa<br>ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!”<br>Só o Pai sabe o dia e a hora. O que importa não é o momento, mas que cada discípulo do Senhor<br>tenha a firme convicção de que sua vida caminha para um encontro definitivo com o Deus da Vida, o<br>Pai de Jesus Cristo, o Criador do Universo.<br>A segunda leitura, retirada da Carta aos Hebreus, afirma que Jesus Cristo, após ter se oferecido na<br>cruz como sacrifício pelos nossos pecados, sentou-se à direita do Deus Vivo. Ele está junto do Pai. Mas,<br>ao mesmo tempo, deixou em nossos corações o Seu Espírito, que nos ensinar a orar, que nos une em<br>comunidade, que dilata o nosso coração, que nos faz reconhecer naquele que está ao nosso lado a Sua<br>face e ir ao encontro dele e lhe estender a mão.<br>Vale a pena nos atentar que as leituras de hoje estão sintetizadas em uma pequena parte do Credo<br>que todos os domingos rezamos ou cantamos em nossas liturgias: “[…] e subiu aos céus, onde está sentado<br>à direita do Pai. E de novo há de vir em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não<br>terá fim”. Portanto, estejamos empenhados e preparados para participarmos do Reino de Deus.</p>
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		<title>ASCENSÃO DO SENHOR</title>
		<link>https://www.transfiguracao.com.br/ascensao-do-senhor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dom Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 May 2023 21:45:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[ENTRADA NO NOVICIADO DE IR. BERNARDO, OSB SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR &#8211; Cl 3,1-4 20/05/2023 D. Paulo DOMICIANO, OSB A oração da liturgia de hoje sintetiza o sentido profundo do mistério que celebramos com a Ascensão do Senhor e colocando nos lábios da Igreja esta súplica: “Ó Deus todo-poderoso, a<a class="moretag" href="https://www.transfiguracao.com.br/ascensao-do-senhor/"> Read more</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>ENTRADA NO NOVICIADO DE IR. BERNARDO, OSB</p>



<p><strong>SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR </strong>&#8211; <strong>Cl 3,1-4</strong></p>



<p><strong>20/05/2023</strong></p>



<p>D. Paulo DOMICIANO, OSB</p>



<p>A oração da liturgia de hoje sintetiza o sentido profundo do mistério que celebramos com a Ascensão do Senhor e colocando nos lábios da Igreja esta súplica: “Ó Deus todo-poderoso, a Ascensão do vosso Filho, já é nossa vitória. Fazei-nos exultar de alegria e fervorosa ação de graças, pois, membros de seu corpo, somos chamados na esperança a participar da sua glória”.</p>



<p>A Ascensão nos revela a nossa vocação mais profunda: sermos de Deus. Como batizados fazemos parte do Corpo de Cristo e estamos unidos a Ele. Se Ele vai para o Pai, como Cabeça deste Corpo, o destino dos membros todos só pode ser a união com o Pai também. Por isso a Ascensão nos lembra que não somos desse mundo, que fomos criados para as coisas do alto. Como lembra São Paulo aos Colossenses: “se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, onde está Cristo, sentado à direita de Deus” (Col 3, 1).</p>



<p>Na leitura da carta aos Efésios, que ouviremos nas Vigílias esta noite, sobre a Ascensão São Paulo declara: “Ele subiu”! Que significa isso, senão que ele desceu também às profundezas da terra.&nbsp;Aquele que desceu é o mesmo que subiu mais alto do que todos os céus, a fim de encher o universo” (Ef 4, 9-10). Cristo sobe para o Pai porque desceu pelo caminho da obediência e da humildade; ele se encarnou, sofreu e morreu para nos arrancar do poder da morte, e por isso foi exaltado pelo Pai, ressuscitando dos mortos e sendo elevado aos céus para se assentar à sua direita. Nós, que somos membros de seu Corpo, somos convidados a trilhar este mesmo caminho quando ele nos diz “Segue-me”.</p>



<p>Ir. Luan, tendo ouvido este apelo do Senhor, o monge se coloca neste caminho de retorno para Deus, que o Evangelho nos propõe e que São Bento nos apresenta através da Santa Regra. Você ouviu este convite do Senhor e hoje se dispõe a segui-lo pelo caminho estreito. Para São Bento não há outro caminho senão este de descida, de humildade, pois é o caminho aberto por Cristo para subir para Deus. Se queremos subir, precisamos começar a descer, como nos exorta o Senhor: “quem se eleva, será humilhado<br>e quem se humilha, será elevado” (Lc 14, 11).</p>



<p>O Salmo 46, tipicamente presente na liturgia da Ascensão, também nos ajuda a penetrar mais profundamente neste mistério de Cristo. A Tradição lê neste salmo a proclamação da ascensão do Senhor – “Por entre aclamações Deus se elevou, o Senhor subiu ao toque da trombeta” – e a sua entronização à direita do Pai – “Deus reina sobre todas as nações, está sentado no seu trono glorioso”. Mas é interessante notar que na liturgia romana este salmo é cantado também como salmo processional no Domingo de Ramos, para celebrar a entrada de Jesus em Jerusalém. Isso não é uma coincidência banal, pois a inteligência litúrgica propõe através do salmo a estreita ligação entre a Paixão de Cristo e a sua gloriosa Ressurreição e Ascensão ao céu, ao qual Ele chega atravessando “a morte, e morte de cruz” (Fl 2,8). Deste modo, podemos perceber mais uma vez que somente através do caminho trilhado pelo Senhor – caminho da humildade, da descida, da morte de si mesmo – é que é possível chegarmos ao nosso destino, a vida do alto.</p>



<p>Como discípulo de São Bento, São Bernardo também escreveu um tratado sobre “Os graus da humildade e da soberba”, onde pretende nos mostrar onde nos leva este caminho a partir das palavras do Senhor: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”, que “propõe-nos o labor do caminho, e o prêmio do labor”. Em um de seus sermões sobre a Ascensão, falando especificamente sobre esta exigência do caminho de humildade para o monge São Bernardo retoma este tema dizendo:</p>



<p>“Que nós, que somos o teu povo e as ovelhas do teu rebanho, possamos seguir-te, caminhar somente para ti, somente em tua direção, que és o caminho, a verdade e a vida (Jo 16, 6); o caminho pelo exemplo, a verdade nas promessas, a vida na recompensa. Pois tu, Senhor, tens as palavras da vida eterna, e nós sabemos e cremos que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo (Jo 6, 79), e que tu és Deus e bendito sobre todas as coisas, pelos séculos dos séculos. Amém”.</p>



<p>Querido Ir. Luan, que você tenha sempre a disposição e a docilidade necessárias para seguir o Cristo, Caminho, Verdade e Vida, através da humildade e da obediência, em busca das coisas do alto, inspirado pela sabedoria de nosso Pai São Bento, que nos indica a escada da humildade para chegarmos à “exaltação celeste”. Que também o exemplo de São Bernardo Abade auxilie em sua busca; por isso, recebe o nome de Bernardo, para que este grande discípulo de São Bento seja seu intercessor celeste e padroeiro na vida monástica, ele que também assumiu este caminho de configuração ao Cristo humilde e obediente em sua vida e o propôs aos seus discípulos com coragem e perseverança.</p>



<p>Como sabemos São Bernardo é um grande defensor e promotor da devoção mariana, assim, recebe como lema para a sua vida monástica a resposta que ela deu ao anjo: “Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1, 38).</p>
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		<title>DOMINGO DA RESSURREIÇÃO</title>
		<link>https://www.transfiguracao.com.br/domingo-da-ressurreicao-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dom Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Apr 2023 14:02:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Cantai, cristãos, afinal:“Salve, ó vítima pascal!”Cordeiro inocente, o Cristoabriu-nos do Pai o aprisco. Por toda ovelha imolado,do mundo lava o pecado.Duelam forte e mais forte:é a vida que enfrenta a morte. O rei da vida, cativo,é morto, mas reina vivo!Responde pois, ó Maria:no teu caminho o que havia? “Vi Cristo<a class="moretag" href="https://www.transfiguracao.com.br/domingo-da-ressurreicao-2/"> Read more</a>]]></description>
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<p>Cantai, cristãos, afinal:<br>“Salve, ó vítima pascal!”<br>Cordeiro inocente, o Cristo<br>abriu-nos do Pai o aprisco.</p>



<p>Por toda ovelha imolado,<br>do mundo lava o pecado.<br>Duelam forte e mais forte:<br>é a vida que enfrenta a morte.</p>



<p>O rei da vida, cativo,<br>é morto, mas reina vivo!<br>Responde pois, ó Maria:<br>no teu caminho o que havia?</p>



<p>“Vi Cristo ressuscitado,<br>o túmulo abandonado.<br>Os anjos da cor do sol,<br>dobrado ao chão o lençol…</p>



<p>O Cristo, que leva aos céus,<br>caminha à frente dos seus!”<br>Ressuscitou de verdade.<br>Ó Rei, ó Cristo, piedade!</p>



<div class="wp-block-jetpack-tiled-gallery aligncenter is-style-rectangular"><div class="tiled-gallery__gallery"><div class="tiled-gallery__row"><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:66.78744%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i2.wp.com/www.transfiguracao.com.br/wp-content/uploads/2023/04/IMG_7038-Grande-1024x683.jpg?strip=info&#038;w=600&#038;ssl=1 600w,https://i2.wp.com/www.transfiguracao.com.br/wp-content/uploads/2023/04/IMG_7038-Grande-1024x683.jpg?strip=info&#038;w=900&#038;ssl=1 900w,https://i2.wp.com/www.transfiguracao.com.br/wp-content/uploads/2023/04/IMG_7038-Grande-1024x683.jpg?strip=info&#038;w=1200&#038;ssl=1 1200w,https://i2.wp.com/www.transfiguracao.com.br/wp-content/uploads/2023/04/IMG_7038-Grande-1024x683.jpg?strip=info&#038;w=1500&#038;ssl=1 1500w,https://i2.wp.com/www.transfiguracao.com.br/wp-content/uploads/2023/04/IMG_7038-Grande-1024x683.jpg?strip=info&#038;w=1620&#038;ssl=1 1620w" alt="" data-height="1080" 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		<title>SEXTA-FEIRA SANTA</title>
		<link>https://www.transfiguracao.com.br/sexta-feira-santa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dom Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Apr 2023 13:46:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Via Crucis e Celebração da Paixão do Senhor Das Catequeses de São João Crisóstomo, bispo (Cat. 3,13-19: SCh 50,174-177)&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; (Séc.IV) O poder do sangue de Cristo Queres conhecer o poder do sangue de Cristo? Voltemos às figuras que o profetizaram e recordemos a narrativa do Antigo Testamento:&#160;Imolai, disse Moisés, um<a class="moretag" href="https://www.transfiguracao.com.br/sexta-feira-santa/"> Read more</a>]]></description>
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<p>Via Crucis e Celebração da Paixão do Senhor</p>



<p>Das Catequeses de São João Crisóstomo, bispo</p>



<p>(Cat. 3,13-19: SCh 50,174-177)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (Séc.IV)</p>



<p><em>O poder do sangue de Cristo</em></p>



<p>Queres conhecer o poder do sangue de Cristo? Voltemos às figuras que o profetizaram e recordemos a narrativa do Antigo Testamento:&nbsp;<em>Imolai, disse Moisés, um cordeiro de um ano e marcai as portas com o seu sangue</em>&nbsp;(cf. Ex 12,6-7). Que dizes, Moisés? O sangue de um cordeiro tem poder para libertar o homem dotado de razão? É claro que não, responde ele, não porque é sangue, mas por ser figura do sangue do Senhor. Se agora o inimigo, ao invés do sangue simbólico aspergido nas portas, vir brilhar nos lábios dos fiéis, portas do templo dedicado a Cristo, o sangue verdadeiro, fugirá ainda mais para longe.</p>



<p>Queres compreender mais profundamente o poder deste sangue? Repara de onde começou a correr e de que fonte brotou. Começou a brotar da própria cruz, e a sua origem foi o lado do Senhor. Estando Jesus já morto e ainda pregado na cruz, diz o evangelista, um soldado aproximou-se, feriu-lhe o lado com uma lança, e imediatamente saiu água e sangue: a água, como símbolo do batismo; o sangue, como símbolo da eucaristia. O soldado, traspassando-lhe o lado, abriu uma brecha na parede do templo santo, e eu, encontrando um enorme tesouro, alegro-me por ter achado riquezas extraordinárias. Assim aconteceu com este cordeiro. Os judeus mataram um cordeiro e eu recebi o fruto do sacrifício.</p>



<p><em>De seu lado saiu sangue e água</em>&nbsp;(Jo 19,34). Não quero, querido ouvinte, que trates com superficialidade o segredo de tão grande mistério. Falta-me ainda explicar-te outro significado místico e profundo. Disse que esta água e este sangue são símbolos do batismo e da eucaristia. Foi destes sacramentos que nasceu a santa Igreja, pelo banho da regeneração e pela renovação no Espírito Santo, isto é, pelo batismo e pela eucaristia que brotaram do lado de Cristo. Pois Cristo formou a Igreja de seu lado traspassado, assim como do lado de Adão foi formada Eva, sua esposa.</p>



<p>Por esta razão, a Sagrada Escritura, falando do primeiro homem, usa a expressão&nbsp;<em>osso dos meus ossos e carne da minha carne</em>&nbsp;(Gn 2,23), que São Paulo refere, aludindo ao lado de Cristo. Pois assim como Deus formou a mulher do lado do homem, também Cristo, de seu lado, nos deu a água e o sangue para que surgisse a Igreja. E assim como Deus abriu o lado de Adão enquanto ele dormia, também Cristo nos deu a água e o sangue durante o sono de sua morte.</p>



<p>Vede como Cristo se uniu à sua esposa, vede com que alimento nos sacia. Do mesmo alimento nos faz nascer e nos nutre. Assim como a mulher, impulsionada pelo amor natural, alimenta com o próprio leite e o próprio sangue o filho que deu à luz, também Cristo alimenta sempre com o seu sangue aqueles a quem deu novo nascimento.</p>



<div class="wp-block-jetpack-tiled-gallery aligncenter is-style-rectangular"><div class="tiled-gallery__gallery"><div class="tiled-gallery__row"><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:66.78744%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/www.transfiguracao.com.br/wp-content/uploads/2023/04/IMG_6909-Grande-1024x683.jpg?strip=info&#038;w=600&#038;ssl=1 600w,https://i0.wp.com/www.transfiguracao.com.br/wp-content/uploads/2023/04/IMG_6909-Grande-1024x683.jpg?strip=info&#038;w=900&#038;ssl=1 900w,https://i0.wp.com/www.transfiguracao.com.br/wp-content/uploads/2023/04/IMG_6909-Grande-1024x683.jpg?strip=info&#038;w=1200&#038;ssl=1 1200w,https://i0.wp.com/www.transfiguracao.com.br/wp-content/uploads/2023/04/IMG_6909-Grande-1024x683.jpg?strip=info&#038;w=1500&#038;ssl=1 1500w,https://i0.wp.com/www.transfiguracao.com.br/wp-content/uploads/2023/04/IMG_6909-Grande-1024x683.jpg?strip=info&#038;w=1620&#038;ssl=1 1620w" alt="" data-height="1080" 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		<title>segundo domingo da quaresma</title>
		<link>https://www.transfiguracao.com.br/segundo-domingo-da-quaresma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dom Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2023 00:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[“Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo o meu agrado. Escutai-o!” Homilia (Mt 17, 1-9) D. Paulo DOMICIANO,OSB A proposta do combate e da conversão do deserto, como ouvimos no último domingo, vem acompanhada pelo convite ao despojamento, à desinstalação de nosso conforto, de nosso comodismo.<a class="moretag" href="https://www.transfiguracao.com.br/segundo-domingo-da-quaresma/"> Read more</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo o meu agrado. Escutai-o!”</p>



<p>Homilia (Mt 17, 1-9)</p>



<p>D. Paulo DOMICIANO,OSB</p>



<p>A proposta do <strong>combate</strong> e da <strong>conversão</strong> do deserto, como ouvimos no último domingo, vem acompanhada pelo convite ao <strong>despojamento</strong>, à <strong>desinstalação</strong> de nosso conforto, de nosso comodismo. Este tema é retomado pela liturgia de hoje a partir da leitura do livro do Gênesis, onde o Senhor pede à Abrão para sair de sua terra:&nbsp; “Sai da tua terra, da tua família e da casa do teu pai, e vai para a terra que eu te vou mostrar”. Nosso progresso humano e espiritual dependem desta atitude de desinstalação e confiança para podermos crescer e acolher o que Deus tem reservado para nós.</p>



<p>O despojamento pedido por Deus não visa o nosso desamparo, mas, na realidade, a nossa libertação das amarras que nós mesmos nos impomos, nos tornando disponíveis para receber o amparo de Deus, como canta o Salmo de hoje: “No Senhor nós esperamos confiantes, porque ele é nosso auxílio e proteção!”. Os olhos do Senhor são atraídos para aquele que abre mão de suas seguranças puramente humanas ou mundanas, como ainda canta o salmista: “o Senhor pousa o olhar sobre os que o temem, e que confiam esperando em seu amor”.</p>



<p>Assim como o deserto nos impele ao despojamento, como meditamos no primeiro domingo deste nosso percurso quaresmal, a subida da montanha com Jesus, neste segundo domingo, nos convida também a deixarmos para trás o que é supérfluo, o que nos pesa, inclusive sentimentos inúteis, como nossos rancores, mágoas, frustrações… nossas muitas preocupações exageradas com a vida, com o futuro, com a saúde, com nossos filhos (<em>aqui abro uma observação: nunca estivemos tão preocupados com os filhos e com os netos como somos hoje, no entanto, nunca tivemos uma geração de crianças e jovens tão problemática… tão dependente, tão imatura; nosso cuidado com os filhos é de fato cuidado ou é apego, que impede o outro de se desenvolver de modo saudável? Vejo pais e também avós que deixam de viver para garantir “bem-estar” para os filhos… mas isso muitas vezes não é cuidado, zelo, mas posse, apego, que nos faz esquecer de cuidar da própria vida, nos separa até de Deus</em>). Se não nos livramos desses pesos inúteis não seremos capazes de seguir adiante com Jesus. A primeira questão é esta: <strong>O que tenho carregado inutilmente neste caminho e que preciso me livrar?</strong> Mas a questão que me parece mais profunda é: <strong>Afinal, o que estou buscando neste percurso, às vezes tão exigente?</strong></p>



<p>À medida que vamos nos despindo de nossas falsas seguranças e de nossas falsas necessidades, que vamos abrindo mão dos pesos que carregamos inutilmente, vamos também assumindo a nossa fragilidade e a nossa necessidade mais profunda, que é estar em comunhão com Deus, que é nossa origem, e com as pessoas. Ou seja, vamos nos dando conta de que não somos autossuficientes e que precisamos de Deus e dos outros para prosseguir nosso caminho. Mas não de modo utilitário… descobrimos que é nessa comunhão que consiste a nossa felicidade e o sentido de nossa existência.</p>



<p>A antífona que cantamos no início desta liturgia, com o salmo 26, dá voz a esse anseio profundo que trazemos em nosso interior: “Meu coração disse: Senhor, buscarei a vossa face. É vossa face, Senhor, que eu procuro, não desvieis de mim o vosso rosto”. Jesus, subindo o monte, porta em seu coração este desejo profundo que todo ser humano tem; em nosso nome Ele sobe em busca da face do Pai. Junto com Pedro, Tiago e João, que não compreendem o mistério da paixão e não estavam conscientes desse mesmo desejo que os habitava, nós, que também somos inconscientes em relação a isso, hoje somos convidados a segui-los para com eles contemplar a face de Cristo transfigurado.</p>



<p>Jesus sobe em busca da face do Pai. Em oposição ao episódio das tentações no deserto, onde o demônio tenta Jesus em relação à sua identidade de filho de Deus – “se és o Filho de Deus” – aqui, Ele é confirmado nesta identidade. É o próprio Pai quem o declara: “Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo o meu agrado”. Este encontro com Deus é de tal modo apaixonado que toca não só o interior de Jesus, mas todo o seu corpo, que resplandece, rejubila; a angústia do deserto de tentação dá lugar à alegria luminosa do Tabor. A transfiguração é o dom feito a Jesus pelo Pai, no Espírito, como sinal deste amor que os une. Buscando a face do Pai é a face de Jesus que se torna resplandecente, revelando aos discípulos e a nós, que é em sua face que contemplamos a face luminosa do Pai, como Ele declarará a Felipe: “quem me vê, vê o Pai” (Jo 14,9). Do mesmo modo a voz do Pai se faz ouvir e confirma que, quem ouve a voz do Filho, ouve a sua voz: “Escutai-o!”.</p>



<p>De fato, durante a nossa caminhada quaresmal, que se prolonga por todo o ano e diria, mesmo por toda a vida, é a Palavra de Deus que nos é oferecida como alimento, como sinal de discernimento ao logo de todo o caminho. Vale a pena retomarmos a belíssima oração inicial que a Igreja coloca em nossos lábios hoje, suplicando: “Ó Deus, que nos mandastes ouvir o vosso Filho amado, alimentai nosso espírito com a vossa palavra, para que, purificado o olhar de nossa fé, nos alegremos com a visão da vossa glória”. Vejam, é a Palavra de Deus que ouvimos, meditamos e buscamos viver, como o Pai nos pede hoje, que nos alimenta para o caminho e que purifica o nosso olhar para que seja um “olhar da fé”, um “olhar transfigurado”, capaz de ver a glória de Deus, capaz de perceber a Luz divina nas realidades de nossa vida, na vida das pessoas que nos rodeiam, e em nós mesmos. Este novo olhar sobre a vida faz brotar em nosso coração a verdadeira alegria, uma alegria que o mundo não pode nos dar e que nos encoraja para seguir em frente, decididamente, sem temer os desafios da cruz de cada dia, certos que a força da ressurreição é nossa garantia.</p>



<p>Vamos renovar hoje o nosso compromisso em cumprir isso que o Pai nos pede ao nos apresentar o seu Filho amado: “Escutai-o”. Temos buscado escutar/ler as Escrituras ao longo da semana? Ou me contento com Palavra de Deus ouvida aos domingos na missa? Ou apenas passo os olhos na “liturgia diária” por desencargo de consciência, para me manter “informado” sobre os textos do dia, como se lesse as manchetes do jornal…? Ao invés de buscarmos visões, revelações e aparições, devemos buscar a verdadeira Luz: Jesus, o filho de Deus, a Palavra que se fez carne e veio habitar em nosso meio. A Palavra que nos fala a cada dia, nos alimentando em nossa caminhada, para que sejamos transformados por ela, transfigurados em novas criaturas.</p>
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		<title>primeiro domingo da quaresma</title>
		<link>https://www.transfiguracao.com.br/primeiro-domingo-da-quaresma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dom Paulo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Feb 2023 23:52:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[“O Espírito conduziu Jesus ao deserto” (Mt 4,1) Homilia D. Paulo DOMICIANO,OSB O mesmo Espírito que desceu sobre Ele no batismo, revelando a sua identidade de Filho de Deus, o conduz imediatamente ao deserto, onde é provado pelo diabo. Os dois episódios estão estreitamente ligados, pois Jesus vai ao deserto<a class="moretag" href="https://www.transfiguracao.com.br/primeiro-domingo-da-quaresma/"> Read more</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>“O Espírito conduziu Jesus ao deserto” (Mt 4,1)</p>



<p>Homilia </p>



<p>D. Paulo DOMICIANO,OSB</p>



<p>O mesmo Espírito que desceu sobre Ele no batismo, revelando a sua identidade de Filho de Deus, o conduz imediatamente ao deserto, onde é provado pelo diabo. Os dois episódios estão estreitamente ligados, pois Jesus vai ao deserto para aprofundar interiormente a consciência sobre a sua identidade filial antes de iniciar a sua missão pública. Tendo em conta as tentações propostas pelo diabo, percebemos que Jesus é provado justamente em sua identidade: “se és o Filho de Deus”. O diabo quer colocar esta dúvida no coração de Jesus, quer separá-lo de sua vocação e de sua missão de enviado de Deus.</p>



<p>O tempo da Quaresma é o convite para irmos ao deserto com Jesus, também impulsionados e guiados pelo Espírito. Também nós precisamos aprofundar nossa identidade de filhos de Deus, assumindo nossa vocação divina. Todos nós somos provados, tentados pelo diabo, para nos afastar de nossa verdade mais íntima e abraçar a mentira de uma vida separada de Deus. O pecado, nada mais é do que a ilusão de felicidade longe de Deus, às custas dos próprios esforços. Jesus nos acompanha e nos mostra que é na força da Palavra de Deus que nossa identidade filial cresce e se fortifica progressivamente, assumindo a nossa verdade mais profunda, e assim nos tornamos capazes de vencer as ciladas do diabo.</p>



<p>Se o velho Adão foi vencido, esquecendo-se de sua condição divina, seduzido pela palavra enganosa da serpente, o novo Adão, Jesus Cristo, fiel à vontade de Deus, pronuncia uma Palavra de vida que vence o antigo tentador. Ele pronuncia esta Palavra em nome de cada um de nós, seus irmãos, possibilitando novamente o nosso acesso, não ao paraíso perdido, mas ao Reino celeste de seu Pai.</p>



<p>OREMOS: “Concedei-nos, ó Deus onipotente, que,&nbsp;ao longo desta Quaresma,&nbsp;possamos progredir no conhecimento de Jesus Cristo&nbsp;e corresponder a seu amor por uma vida santa. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.</p>
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